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Ilusão de Ótica

Madeira de demolição

No banheiro do casal, projetado pela arquiteta e designer de interiores Lilian Fajardo, a individualidade tem prioridade, marcada pelos espelhos que simbolizam o homem e a mulher. A bancada foi revestida com porcelanato arabesco, que se assemelha ao papel de parede, como uma forma de inovar e economizar, já que, se fosse feita com mármore branco, por exemplo, custaria em torno de R$ 1.840. “Utilizando o material alternativo, a economia foi de, pelo menos, mil reais,” conclui a profissional.

A bancada foi desenhada pela arquiteta, fugindo das tradicionais de pedra. Como havia espaço, a opção foi colocar
duas cubas separadas, facilitando o dia a dia.

 

Economia
A faixa de material vinílico que vai do piso ao fim da parede custou R$ 320. Se fosse feito com madeira de demolição, custaria R$ 1.710, em média.

 

Projeto: Lilian Fajardo;

Acabamentos: Vitra Revestimentos;

Torneiras: Lorenzetti;

Fornecimento e instalação dos espelhos e box: Divinal Vidros;

Iluminação: Central Iluminação. 

 

 

Cimento queimado
O imóvel comprado pelo casal de empresários estava em boas condições e, por isso, bastaram apenas algumas
intervenções. O balcão em estilo de bar é, na verdade, um elemento que divide o living com a passagem para a circulação da área íntima. No balcão, foi colocada uma prancha grande de madeira cumaru e três menores, para “fechar” a área de acesso. As prateleiras, também de cumaru lustrada, guardam objetos e livros, próximas à pequena adega que abriga vinhos e bebidas. A arquitetA teve a ideia de aproveitar o desnível do ambiente e fazer, ao lado do living, um balcão em estilo de “bar”, para os proprietários que gostam de receber os amigos.

 

Economia
A frente do bar, feita em meia parede de alvenaria, foi pintada com uma mistura de água, cimento e tinta látex branco,
que custou R$ 80. Se fosse feito com cimento queimado de verdade, custaria por volta de R$ 150

 

Projeto: Edilene Silveira Alessi;
Iluminação: Trans-Elétrica;
Bancos: Floresta Ferragens;
Marcenaria: WN Marcenaria.

 

 

Tecido rendado
O quarto criado para uma mulher de 50 anos, prioriza o conforto, a simplicidade e a feminilidade. A cama box proporciona bons momentos de relaxamento, com cabeceira feita com gesso e tinta. “A cortina de crepe dá um ótimo acabamento e tem um bom preço,” explica arquiteta Deusicléia Horta, autora do projeto. O piso, de tábua corrida, foi mantido, reduzindo ainda mais os custos. No lugar do criado-mudo, foi utilizado um pufe de crochê, que pode ser deslocado para perto da poltrona, servindo de apoio para os pés.

 

Economia
O material que imita tecido é um plástico rendado, muito utilizado como caminho de mesa, que custa cerca de R$ 4,99 o metro linear, e tem largura de 50 cm. Para colocar, basta aplicar cola spray (R$ 19) na parede e o plástico em seguida, usando uma régua ou espátula para evitar bolhas. Depois de colado, não há necessidade de acabamento, mas assim que retirá-lo, será preciso emassar a parede novamente para pintá-la.

 

Projeto: Deusicléia Horta, para a mostra Morar Mais BH 2012;

Lustre: Central Iluminação;

Escultura da parede: Ana Paula Castro;

Cortina: Persimax;
Tapete: Lider Interiores;

Colcha e almofadas: Casa VB;

Pufe e mesas laterais: Santa Imobiliário;

Colchão box: Lider Interiores.

 

 

Madeira natural
A área externa da casa, localizada no Rio Grande do Sul, ganhou uma reforma comandada pela arquiteta Daisy Dias, que criou uma extensão da casa. O espaço serve como canto de relaxamento do casal, na faixa dos 50 anos, para receber amigos à noite e tomar um café durante o dia. Como a região Sul do Brasil recebe temperaturas baixas em certas épocas do ano, o local foi fechado pela metade, com vidro temperado, que pode ser abertos para ventilação. O
banco em MDF com quatro gavetões foi desenhado pela profissional, e tem um padrão de madeira muito próximo ao do porcelanato retificado, para área externa. O local ainda conta com um minifogão a lenha, que remete à infância da proprietária no interior do estado, e aquece durante o inverno.

 

Economia
Utilizando o porcelanato em todo o piso, que custou R$ 129,90 o m², a arquiteta deixou de usar a madeira natural, que custa a partir de R$ 189 o m² (o tabuão). Além da economia, a manutenção e possibilidade de ser usado
em áreas molhadas tornou o porcelanato a melhor opção.

 

Projeto: Daisy Dias;

Floreira: colocação do piso,

Pintura, elétrica e iluminação: PSS Reformas;
Fechamento com vidro: Service Vidros;

Tecidos: Textura Classe A;

Luminárias: Comercial Elétrica São Pedro;

Execução do futon: DecorAA;

Piso: Portobello.

 

Preços referentes a agosto de 2012, data de execução da obra. Sujeitos a alterações.

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Conforme já comentei no twitter, voces estão de parabéns, eu estou adorando o portal. Estou com a casa em reforma e tem sido muito útil. Obrigada

Tania Mancini Choer, Pelotas - Rio Grande do Sul, via Orkut
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