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Minha peça preferida

Texto: Giullia Esposito / Fotos: Sidney Doll

 

 

Poltrona Oscar – Sergio Rodrigues
Criada em 1956, é estruturada em madeira de lei maciça com seções ovaladas, assento e encosto de palhinha natural e braços esculpidos com desenho anatômico. Possui 80 cm de altura e 65 cm de largura e profundidade. Sergio Rodrigues é um dos mais notáveis designers de móveis do país, dono de obras que marcaram a história do design do século 20. Ele resgata traços indígenas, emprega madeiras nativas e é totalmente desprendido de modismos e estilos.

 

Projeto: Renée Sbrana;

Poltronas: Sergio Rodrigues;

Mesa de jantar: Dpot;

Tapete: trazido de viagem à Turquia;

Quadro: Antonella Reggi;

Luminárias: Ella Luz.

 

"As poltronas de Sergio Rodrigues são lindas, neutras, atemporais e têm um design impressionante. Profissionalmente, admiro a história do designer e uso muitas peças suas, principalmente cadeiras e poltronas. Costumo argumentar com os clientes que são objetos feitos para deixar de herança para os filhos."

 

Poltrona Sabre – Carlos Motta
De madeira maciça (sucupira) e couro envelhecido, esta poltrona de ergonomia privilegiada foi desenhada em 1993 para o 3° Studio Internacional de Tecnologia de Imagem (Unesp). Possui 71 cm de frente, 80 cm de profundidade e 83 cm de altura. Carlos Motta é um arquiteto brasileiro formado nos anos 1970, década em que também especializou-se em técnicas construtivas em madeira e ferro, na Califórnia (EUA). Logo depois, construiu seu ateliê homônimo, onde, até hoje, cria móveis, utilitários, esculturas e projetos arquitetônicos. Em suas obras, Motta busca causar o mínimo impacto ambiental, utilizando madeiras de árvores encontradas no mar ou em rios, madeiras caídas, de demolição e certificadas pelo F.S.C.

 

Projeto: Denise Barretto;

Poltronas: Carlos Motta;

Livros: Hilal Sami Hilal;

Mesinha de bronze: Conceito: firmacasa;

Luminária de mesa: Ingo Maurer;

Mesa de centro: Dpot.

 

"Adoro madeira natural e Carlos Motta sempre adota o material em suas criações autênticas. A poltrona Sabre, desenvolvida por ele para acolher a esposa enquanto amamentava a filha, tem uma ergonomia impecável. Já Hilal Sami Hilal é reconhecido internacionalmente por trabalhar com objetos como rendas de metal ou papel machê e tem obras até no Palácio do Governo francês."

 

Obras – Hilal Sami Hilal
Feitas com celulose retirada de trapos de algodão pigmentados, resina acrílica, pó de ferro, cobre e de alumínio, as criações resultam em telas rendadas impressas em livros, esferas, cubos, entre outros. As obras cruzam linhas e materiais distintos, estabelecendo um paralelo entre luz e sombra; entre o vazio e a matéria. Os nomes expostos são de pessoas importantes na vida de Hilal, entre amigos e familiares. Hilal Sami Hilal é um artista plástico capixaba, com descendência síria, que mescla em suas obras a tradição moderna ocidental e a antiga arte islâmica. Iniciou sua carreira da década de 1970 e, posteriormente, aprofundou-se nas técnicas japonesas de confecção de papel. Nacionalmente, o artista é representado pela Galeria Marília Razuk.

 

Papéis de parede Fornasetti – Cole & Son
Com 14 modelos de estampas, os papéis de parede do álbum Fornasetti (da marca inglesa Cole & Son) retratam a obra do ilustre pintor italiano. O modelo em questão faz referência à arquitetura greco-romana e ao uso pesado de tonalidades preta e branca, com alguns toques de dourado em um telhado e outro. Cada rolo possui 10 m x 0,52 m e preenche cerca de 5 m² de parede. Piero Fornasetti foi um pintor, escultor e decorador milanês, que criou mais de 11 mil obras durante carreira. Foi considerado um dos talentos mais criativos e com maior variedade de mobiliários e objetos decorativos do século 20.

 

Projeto: Marília Caetano;

Papel de parede: Celina Dias;

Piso: Ouro Velho;

Vasos: LS Selection;
Porta: Casa Atual.

 

"O design do Fornasetti me agrada muito, especialmente o da fase dos telhados. Procurei um papel de parede que causasse impacto e fosse o mais atemporal possível para compor o hall e achei que este foi a escolha ideal. Neste caso, suavizei o pequeno espaço cobrindo apenas uma das paredes, o que gerou um aspecto de pintura em painel."

 

Luminária Bossa – Fernando Prado (Lumini)
A linha Bossa disponibiliza quatro dimensões de luminárias - Bossa, Bossinha, Mini Bossa e Super Bossa. Confeccionadas em alumínio, são dotadas de um sistema de iluminação que permite mudança de efeitos e controle de intensidade de luz por meio de um refletor. O desenhista industrial Fernando Prado, hoje diretor de criação da Lumini, já conquistou diversos prêmios nacionais e internacionais, entre eles o iF Gold e o Museu da Casa Brasileira. Suas criações são apreciadas pela interação que estabelecem com o usuário, além serem funcionais e tecnológicas.

 

Projeto: DT Estudio;

Luminária Bossinha (na cor cobre): Lumini;

Mesa knoll com tampo preto e cadeiras cesca: Forma;

Divisória de madeira com vidro acidato: Real Móveis;

Pintura de parede na cor café com leite: Solum.

 

"Gostamos das luminárias Bossa porque elas têm um ar contemporâneo, preço acessível e estão disponíveis em quatro tamanhos. Apostamos em itens funcionais, com custo/benefício, e evitamos incluir diversas peças de design forte em um mesmo ambiente, porque quando isso acontece, um item desvaloriza o outro, prejudicando o resultado final. Achamos ideal combinar essas peças com objetos mais discretos, valorizando o que queremos."

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A revista Casa & Decoração é ótima. Algumas peças que eu vejo nela me inspiram. Faço artesanatos há 20 anos com fibras de coco, osso bovino e madeira de demolição

Roberto Carlos Cardoso, Cidade Petrópolis - Rio de Janeiro, via e-mail
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