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Piscinas em foco
Por Faride Elia | Fotos Divulgação

Faride Elia é arquiteta e atua no segmento de construção e decoração desde os 16 anos. Suas obras são marcadas por elementos que visam equilíbrio e bem-estar, sempre respeitando os custos, a qualidade e o meio ambiente. Saiba mais em www.farideelia.com.br.

Com o horário de verão, as tardes ficam mais claras e ensolaradas e toda a atenção se volta para as áreas de lazer das construções. Nada melhor que uma piscina residencial para garantir alívio refrescante na temporada de altas temperaturas que se aproxima.

Seja em fibra, vinil ou concreto armado, elas são as estrelas do verão, mas o que poucas pessoas percebem é que para aproveitar ao máximo o calor da estação, o planejamento para a construção das piscinas deve começar bem antes: durante o inverno. A estação é a melhor para construir uma piscina porque é a época do ano que apresenta a menor intensidade de chuvas.

Antes de começar a obra, também é essencial fazer uma análise topográfica e geotécnica do terreno para conhecer as reais condições do solo e tipo de fundação ideal. Outra observação importante é projetá-la em uma área que tenha uma alta incidência de raios solares durante a maior parte do dia.

Entre os diversos tipos de piscina, destacam-se as confeccionadas em fibra, mais baratas e rápidas de instalar, porém as que apresentam menor flexibilidade de desenho. Os tamanhos e formatos são pré-definidos, o que acaba dificultando o acesso para muitos terrenos.

Já as fabricadas em vinil dão liberdade para se projetar no formato e na medida que o cliente desejar. A desvantagem de se optar por este tipo de piscina fica por conta da menor durabilidade, de cerca de 10 anos, e o risco de cortes acidentais, que podem comprometer seriamente, ou até mesmo inviabilizar sua utilização por completo.

As construídas em concreto armado aliam a maior flexibilidade para a escolha de formato e medidas à durabilidade indeterminada, além de permitir maior variação de cores e formas de revestimentos. São as preferidas para quem deseja inovar e incluir mais estilo ao projeto.

Ao escolher a profundidade, a regra é pensar na segurança dos futuros banhistas. O adequado é manter uma profundidade média de 1,40 m, em uma piscina para natação, e de 0,40 ou 0,50 m, caso os futuros frequentadores sejam crianças. Por uma questão prática e de higiene, não é aconselhável construí-las muito próximas a árvores que soltem muitas folhas, o que dificultaria muito a manutenção e limpeza da água.

Iluminação é crucial para a ambientação de áreas de piscinas. Além da infinita possibilidade de formatos e revestimentos capazes de fazer de cada construção uma peça única, o sistema de iluminação vem agregar charme e glamour aos projetos, garantindo uma atmosfera toda especial para ambiente.

A tendência serve tanto para iluminar a área e garantir sua utilização durante a noite, quanto para combinar um efeito decorativo e cromoterápico às piscinas. Alguns sistemas especiais, desenvolvidos em fibra óptica, colorem a piscina com mais de 7 diferentes tons.

O toque de cor é apenas um dos diferenciais mais procurados para as áreas de piscina atualmente. Aquecedores e sistemas de hidromassagem também estão em alta entre as opções para incrementar os projetos, garantindo momentos de diversão e relaxamento para os frequentadores em diversas ocasiões.

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